A ANAPET pretende ter uma visão, o mais próximo possível, da realidade vivida pelos professores de ET. Assim, solicitamos a todos os professores do grupo 530 que respondam e divulguem este questionário para melhorar a informação disponível.
Documentos de apoio ao preenchimento do questionário.
- Códigos das escolas - informação da DGAE [aqui]
- Despacho 13-A/2012, de 5 de Junho [aqui]
25/07/2012
Reunião com a DGE
A ANAPET tem agendada uma reunião na DGE - Direção Geral da Educação, no próximo dia 2 de Agosto, pelas 11h00, a cujo Diretor iremos colocar as seguintes questões:
- Necessidade do desdobramento dos grupos-turma em Educação Tecnológica, no 3º ciclo;
- Clarificação do conceito de sequencialidade da E.T. nos 7º e 8º anos;
- Necessidade da definição de Metas Curriculares para a E.T. do 3º ciclo que não foram previstas pelo MEC, mas reivindicadas pela ANAPET na reunião de Caparide do passado dia 28 de Junho;
- Programas de E.T. para os 2º e 3º ciclos;
- Clarificação da questão relacionada com a leccionação de E.T. do 2º ciclo por professores de E.T. do 3º, uma vez que dispõem de habilitação científica para o efeito;
- Clarificar o disposto no ponto 11 do Despacho Nº 13-A/2012, de 5 de Junho, no sentido de que A E.T. deva ser sempre oferecida por todas a escolas, no 3º ciclo, desde que tenham recursos docentes disponíveis nesse grupo de recrutamento;
- Ocupações possíveis para os professores de E.T. do 3º ciclo que fiquem com horário zero, no respeito pelas disposições constantes do ECD;
- Necessidade da urgente revisão dos diplomas que regulam o processo de graduação profissional dos docentes, de modo a valorizar a aquisição de novas habilitações;
- Alargamento do ensino profissional de nível secundário, na perspectiva da diversificação de ofertas educativas que garantam uma efectiva igualdade de oportunidades;
- Pedir que sejam clarificadas e, devidamente, enquadradas as possibilidades anunciadas pelo MEC da conclusão do ensino secundário através da realização de formações modulares certificadas, nomeadamente, no que se refere aos públicos-alvo a atingir, tipos de estabelecimentos de ensino e formação em que possam ser realizadas e afectação de professores.
19/07/2012
Audição na Assembleia da República
Vídeo do debate completo (3 horas).
Fonte: http://www.arlindovsky.net/2012/07/nuno-crato-na-comissao-de-educacao-e-ciencia/
A ANAPET esteve presente na Assembleia da República, hoje, na audição ao Ministro da Educação e Ciência levada a cabo pelo Bloco de Esquerda. Podemos constatar a presença de poucos professores de ET, cremos que menos de 10.
O Sr. Ministro, acompanhado de toda a equipa, não apresentou nada de novo, repetindo o discurso habitual, referindo-se ao documento hoje divulgado (que pode ser consultado aqui) e que mais parece servir para nos encantar com "canto de sereia" do que para resolver qualquer problema de fundo. Fez, ainda, uma promessa vã de abrir um concurso de vinculação para os professores contratados, na única vez que se referiu a estes professores, e aludiu à possibilidade de professores com horário zero poderem lecionar nos centros de formação do IEFP.
Achamos muito estranho a inclusão, no documento acima referido, da possibilidade de professores de EVT lecionarem a ET do 3º ciclo, mas o contrário não ser referido. Neste sentido a nossa associação irá pedir a intervenção, e esclarecimento do MEC, sobre esta questão em particular.
É nosso entendimento que nada disto resolve os problemas da ET e o professores devem estar atentos e mobilizados, pois parece-nos que o MEC pretende desviar atenções e desmobilizar os professores e, quem sabe, surgir depois com medidas ainda mais gravosas para a classe.
Convém não esquecermos que ainda temos o processo de acompanhamento da nossa petição a decorrer na AR e que devemos estar preparados para comparecer em força, quando esta for levada a discussão em Plenário. É nesse momento que será levada à discussão, pelos senhores deputados, a questão particular da Educação Tecnológica.
Notícias relacionadas:
PUBLICO | Diário de Notícias | Expresso | SOL |
No fim da sessão houve alguns incidentes porque as pessoas que estavam nas galerias empunharam cartazes com alusão à luta dos professores.
A ANAPET esteve presente na Assembleia da República, hoje, na audição ao Ministro da Educação e Ciência levada a cabo pelo Bloco de Esquerda. Podemos constatar a presença de poucos professores de ET, cremos que menos de 10.
O Sr. Ministro, acompanhado de toda a equipa, não apresentou nada de novo, repetindo o discurso habitual, referindo-se ao documento hoje divulgado (que pode ser consultado aqui) e que mais parece servir para nos encantar com "canto de sereia" do que para resolver qualquer problema de fundo. Fez, ainda, uma promessa vã de abrir um concurso de vinculação para os professores contratados, na única vez que se referiu a estes professores, e aludiu à possibilidade de professores com horário zero poderem lecionar nos centros de formação do IEFP.
Achamos muito estranho a inclusão, no documento acima referido, da possibilidade de professores de EVT lecionarem a ET do 3º ciclo, mas o contrário não ser referido. Neste sentido a nossa associação irá pedir a intervenção, e esclarecimento do MEC, sobre esta questão em particular.
É nosso entendimento que nada disto resolve os problemas da ET e o professores devem estar atentos e mobilizados, pois parece-nos que o MEC pretende desviar atenções e desmobilizar os professores e, quem sabe, surgir depois com medidas ainda mais gravosas para a classe.
Convém não esquecermos que ainda temos o processo de acompanhamento da nossa petição a decorrer na AR e que devemos estar preparados para comparecer em força, quando esta for levada a discussão em Plenário. É nesse momento que será levada à discussão, pelos senhores deputados, a questão particular da Educação Tecnológica.
Notícias relacionadas:
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No fim da sessão houve alguns incidentes porque as pessoas que estavam nas galerias empunharam cartazes com alusão à luta dos professores.
17/07/2012
Comunicado do MEC
Na próxima quinta-feira (19/07/12) a ANAPET estará representada na AR, na Audição do Ministro da Educação Ciência e Cultura, por requerimento potestativo do Grupo Parlamentar do BE, sobre as condições de funcionamento do próximo ano letivo.
Conteúdo do Comunicado do MEC
Concluída a primeira fase de preparação do ano letivo, de forma a assegurar as atividades letivas regulares integrantes indispensáveis das matrizes curriculares, inicia-se agora uma nova etapa. É o momento de pôr em curso medidas para o Sucesso e Prevenção do Abandono Escolar previstas na Revisão da Estrutura Curricular, no despacho de Organização do Ano Letivo, no decreto-lei que regulamenta a Escolaridade Obrigatória e no Estatuto do Aluno e Ética Escolar, em discussão no Parlamento.
É objetivo do Ministério da Educação e Ciência a melhoria dos resultados reais dos alunos e o aprofundamento da autonomia das escolas. Neste sentido, lembramos que estão em discussão pública as novas metas curriculares de cinco disciplinas.
É também necessário garantir que o alargamento da Escolaridade Obrigatória até os 18 anos se traduza num maior sucesso escolar dos nossos alunos. Surge um conjunto de funções educativas que não existiam nas escolas, mas que importa agora assegurar.
Estas medidas permitem potenciar os recursos disponíveis nas escolas. Todos os professores são necessários para o sucesso escolar dos nossos alunos.
Entre outras medidas a implementar, destacamos as seguintes:
Medidas a implementar ou reforçar de imediato:
Fonte:
http://www.portugal.gov.pt/
Concluída a primeira fase de preparação do ano letivo, de forma a assegurar as atividades letivas regulares integrantes indispensáveis das matrizes curriculares, inicia-se agora uma nova etapa. É o momento de pôr em curso medidas para o Sucesso e Prevenção do Abandono Escolar previstas na Revisão da Estrutura Curricular, no despacho de Organização do Ano Letivo, no decreto-lei que regulamenta a Escolaridade Obrigatória e no Estatuto do Aluno e Ética Escolar, em discussão no Parlamento.
É objetivo do Ministério da Educação e Ciência a melhoria dos resultados reais dos alunos e o aprofundamento da autonomia das escolas. Neste sentido, lembramos que estão em discussão pública as novas metas curriculares de cinco disciplinas.
É também necessário garantir que o alargamento da Escolaridade Obrigatória até os 18 anos se traduza num maior sucesso escolar dos nossos alunos. Surge um conjunto de funções educativas que não existiam nas escolas, mas que importa agora assegurar.
Estas medidas permitem potenciar os recursos disponíveis nas escolas. Todos os professores são necessários para o sucesso escolar dos nossos alunos.
Entre outras medidas a implementar, destacamos as seguintes:
Medidas a implementar ou reforçar de imediato:
- Oferta de Percursos curriculares alternativos e Programas Integrados de Educação e Formação (PIEF) adaptados ao perfil e especificidade dos alunos;
- Oferta de um Sistema Modular no Ensino Básico Geral e no Ensino Secundário Geral, para maiores de 16 anos;
- Ofertas educativas alternativas com utilização de recursos próprios ou cedidos por agrupamentos de escolas próximas, nomeadamente no ensino recorrente e de adultos, cursos profissionais e ensino articulado;
- Possibilidade de desdobramento das turmas do ensino profissional na vertente de formação específica/técnica, tendo em conta os recursos disponíveis em cada escola;
- Possibilidade de os docentes de Educação Visual e Tecnológica lecionarem disciplinas no 3º ciclo de escolaridade;
- Possibilidade de docentes das TIC realizarem manutenção do Plano Tecnológico da Educação (PTE) nas escolas através da redução da sua componente letiva;
- Possibilidade de recurso a docentes de determinados grupos de recrutamento para desenvolver atividades de expressão artística.
- Extensão do calendário escolar para os alunos do 4.º ano de escolaridade com maiores dificuldades, e possibilidade de realização de uma segunda prova final.
- Reforço do apoio ao estudo no 1.º e 2.ºciclos do ensino básico que permita um maior acompanhamento aos alunos (previstos 200 minutos em cada ano de escolaridade do 2.º ciclo);
- Possibilidade de criação de grupos de homogeneidade relativa em disciplinas estruturantes, no ensino básico, que promovam a igualdade de oportunidades através de uma atenção mais dirigida aos alunos;
- Possibilidade de oferta da iniciação à língua inglesa no 1.º ciclo, com ênfase na sua expressão oral;
- Criação de ofertas complementares pela escola, no âmbito da sua autonomia, nas áreas de cidadania, artísticas, culturais e científicas;
- Desenvolvimento do "Desporto Escolar" no 1.º ciclo, com recurso a docentes de educação física do mesmo agrupamento ou pertencentes a agrupamentos próximos;
- Integração de docentes de Inglês, Educação Física e Expressões nas Atividades de Enriquecimento Curricular, nos casos em que as escolas são a entidade promotora;
- Possibilidade de permuta das áreas curriculares de Português e Matemática no 1.º ciclo, por vontade expressa dos docentes;
- Reforço do apoio à gestão das agregações;
- Gestão, apoio e desenvolvimento de atividades nas Bibliotecas Escolares;
- Integração das Equipas multidisciplinares nas escolas, nos termos definidos no Estatuto do Aluno e Ética Escolar.
- Possibilitar a Coadjuvação de docentes de Português e Matemática e na área das Expressões no 1º ciclo, e nas disciplinas estruturantes em qualquer nível de ensino.
- Criar um programa de tutoria de modo a ajudar os alunos a superar as dificuldades de aprendizagem, a integração no espaço escolar e na sala de aula;
- Realizar atividades de compensação ou de apoio pedagógico acrescido para a melhoria da aprendizagem ou reposição de horas letivas perdidas por razões não imputadas ao aluno (doença, desporto federado etc.);
- Oferecer o aprofundamento da língua portuguesa através de atividades que facilitem a integração dos alunos oriundos de países estrangeiros e dos nacionais com dificuldades na leitura, compreensão e interpretação de textos;
- Proporcionar estudo orientado para apoiar o aluno no desenvolvimento de métodos de trabalho, de estudo, de pesquisa, análise, tratamento e interpretação da informação recolhida e de organização do tempo escolar e de estudo;
- Realizar orientação escolar para os alunos do 8.º e 9.º ano de escolaridade, com vista à melhor identificação da área de estudos a seguir no ensino secundário;
Fonte:
http://www.portugal.gov.pt/
14/07/2012
10/07/2012
Notícias na imprensa
Notícia no Primeiro de Janeiro de 10/07/2012 | Jornal do dia
Ler a notícia completa
Notícia no Primeiro de Janeiro de 06/07/2012 | Jornal do dia
Ler a notícia completa.
Ler a notícia completa
Notícia no Primeiro de Janeiro de 06/07/2012 | Jornal do dia
Ler a notícia completa.
09/07/2012
Estrutura curricular -perguntas e respostas do MEC
Face à necessidade de vários esclarecimentos o MEC apresentou um documento que pretende esclarecer as dúvidas.
Para a Educação Tecnológica as respostas não nada agradáveis.
Documento do MEC
Fonte: http://educar.wordpress.com/
Para a Educação Tecnológica as respostas não nada agradáveis.
Documento do MEC
Fonte: http://educar.wordpress.com/
08/07/2012
Manifestação de Professores
A ANAPET convida todos os professores a participarem na manifestação do próximo dia 12 em Lisboa.
Temos de mostrar o nosso protesto, a indignação e a exigência de um ensino melhor.
Temos de mostrar o nosso protesto, a indignação e a exigência de um ensino melhor.
03/07/2012
Perguntas e Respostas
Dado que nos têm chegado várias questões/preocupações às quais urge dar resposta, resolvemos publicar a súmula que abaixo se enuncia sob um modelo de questão/resposta.
Esperamos, deste modo, poder contribuir para um maior esclarecimento dos colegas.
Questões
1) Na “oferta de escola” do 3º ciclo do E.B. podem ser contempladas várias disciplinas?
Resposta: Não. De acordo com o disposto na Matriz Curricular para este ciclo de ensino apenas pode ser oferecida uma disciplina.
2) Devem ser os alunos ou os respectivos pais/encarregados de educação a escolher a “oferta de escola” de entre várias opções que, eventualmente, lhes sejam apresentadas?
Resposta: Em nossa opinião, não. O ponto 11 do Despacho Normativo Nº 13-A/2012, de 5 de Junho - estabelece as normas a que deve obedecer a organização do ano lectivo – refere que é prioritária e determinante a racional e eficiente gestão dos recursos humanos. Como tal, deve ser a direcção da escola ou agrupamento a determinar, após ouvir os órgãos internos competentes, qual a oferta a fazer aos alunos, dado que não são estes, como é evidente, que conhecem os recursos da escola.
3) Pode haver uma “oferta de escola” diferente nos 7º e 8º anos de escolaridade?
Resposta: A disciplina de “oferta de escola” é sequencial, segundo consta da Matriz Curricular aprovada pelo governo. Sendo assim, não pode ser oferecida no 8º uma disciplina diferente daquela que os alunos frequentaram no 7º ano.
4) Haverá desdobramento das turmas de E.T. no 3º ciclo?
Resposta: Tendo em conta as últimas informações do MEC, não haverá desdobramento das turmas, sendo apenas possível leccionar a disciplina, em 45minutos, à totalidade da turma, durante o ano inteiro, ou em 90 minutos, também com os alunos todos, se for adoptado o regime semestral. Todavia, continuamos a envidar todos os esforços para que o MEC venha a permitir que os grupos-
turma possam ser desdobrados.
5) Que programa deverá ser respeitado na E.T. do 3º ciclo?
Resposta: De acordo com as informações que nos foram prestadas no passado dia 28 de Junho, quando da apresentação das Metas Curriculares, a Educação Tecnológica do 3º ciclo não foi contemplada. Assim, apesar de exigirmos que esta situação seja revista, consideramos que, para já, o programa da disciplina também não irá sofrer alterações tendo, todavia, de ser adaptado, pelas escolas e pelos professores à nova realidade que foi criada pelo MEC, conforme o previsto na alínea d) do artigo 3º do Despacho Normativo Nº 13-A/2012, de 5 de Junho.
6) A disciplina de Educação Tecnológica, do 2º ciclo, pode ser leccionada por professores do 3º?
Resposta: Não só pode como deve. Tratando-se, de acordo com a legislação, de uma disciplina autónoma que vai ser dotada de um programa próprio pode e deve, naturalmente, ser leccionada por professores de E.T. do 3º ciclo tendo, nomeadamente, em conta as especiais habilitações e experiência detidas por estes docentes.
O factor de desempate será, de acordo com as informações que nos foram prestadas pelo MEC, a graduação profissional dos professores.
02/07/2012
29/06/2012
28/06/2012
Participação da ANAPET na apresentação das metas curriculares
Conforme anunciado, a ANAPET esteve na reunião de apresentação das metas curriculares. A reunião desenvolveu-se em duas partes. Uma primeira parte, de carácter mais político, com a presença do Sr. Ministro, Secretários de Estado e Diretores-gerais e equipas nomeadas para o desenvolvimento das metas, onde estas foram divulgadas genericamente para as várias disciplinas e foi feito o anúncio de que serão colocadas em discussão pública durante o mês de Julho, para que seja publicado o respetivo despacho em Agosto. Seguidamente, os programas serão objeto de revisão para que entrar em vigor em 2013/2014 (sic). Na segunda parte, de carácter mais técnico, estiveram presentes as várias associações com os elementos das equipas técnicas, repartidas por áreas disciplinares. Nesta parte houve uma troca de opiniões e o "desabafo" dos problemas que todos sentimos, tendo sido solicitado que os coordenadores dos grupos de trabalho das metas sejam porta-vozes das preocupações colocadas, junto das estruturas de decisão política do MEC.
Aproveitando a presença do Diretor-geral da Educação, o presidente da ANAPET, relembrou-lhe que aguarda sermos convocados para uma reunião de trabalho onde a associação possa colocar todas as questões que nos preocupam. Houve, uma vez mais, a promessa que seríamos recebidos nos próximos dias.
Aproveitando a presença do Diretor-geral da Educação, o presidente da ANAPET, relembrou-lhe que aguarda sermos convocados para uma reunião de trabalho onde a associação possa colocar todas as questões que nos preocupam. Houve, uma vez mais, a promessa que seríamos recebidos nos próximos dias.
Apresentação das metas curriculares
Hoje, a ANAPET estará presente na Sessão de Apresentação das propostas de Metas Curriculares do Ensino Básico das disciplinas de Português, Matemática, Educação Visual, Educação Tecnológica e de Tecnologias da Informação e Comunicação, que se realiza no Centro de Caparide, pelas 14.30h.
Logo que seja possível daremos mais notícias.
Logo que seja possível daremos mais notícias.
27/06/2012
Deslocação à Assembleia da República
A ANAPET, tal como anunciado, deslocou-se à Assembleia da República, fazendo-se representar por quatro professores de Educação Tecnológica, entre os quais o seu presidente.
Perante a Comissão Parlamentar de Educação, Ciência e Cultura, presidida pelo deputado José Ribeiro e Castro do CDS-PP, os representantes da ANAPET expuseram as razões que justificaram a apresentação da petição, abordando duas vertentes, uma na perspectiva da disciplina e do currículo dos alunos e outra na perspectiva da escola e dos professores. Foi nomeada como relatora da petição a deputada Maria Ester Vargas do PSD. Fomos informados que pelo facto da petição ter mais de 4.000 assinaturas permitiu apresentá-la na Comissão em vez de sermos apenas ouvidos pelo(a) deputado(a) relator(a) e que depois seria levada a plenário da AR.
Expusemos as nossas razões e cada grupo parlamentar teve a possibilidade de intervir sobre o tema da petição. Por fim, tivemos, novamente, a oportunidade de esclarecer alguns pontos e fazer um apelo final. De um modo geral entendemos que fomos bem recebidos e que a nossa participação permitiu esclarecer alguns pontos, mas temos a percepção que é preciso muito trabalho para conseguirmos que o governo tenha outra prática no que se refere à nossa disciplina.
Os deputados da maioria governativa (Ester Vargas- PSD e Michael Saufert - CDS-PP) apresentaram os argumentos que já conhecemos, ou seja, que o governo pretendeu incentivar a autonomia das escolas; que a Educação Tecnológica não foi menorizada, pois não vai desaparecer, ficando as escolas com a possibilidade de a incluírem na sua oferta curricular; que os professores da área vão ser aproveitados para o reforço do ensino profissional; que as disciplinas ditas estruturantes foram reforçadas porque existem estudos internacionais que assim apontam como aconselhável e que apesar do amplo debate público a necessidade de se tomar decisões implica que nem sempre se aproveitem as sugestões apresentadas no referido debate público. Por parte dos deputados da oposição (Acácio Pinto - PS; Rita Rato - PCP e Ana Drago - BE) houve uma clara compreensão e concordância com os tópicos da nossa petição, tendo os mesmos referido que iriam acompanhar o processo, nomeadamente, chamando à apreciação parlamentar o diploma final da revisão curricular uma vez publicado em DR (PCP e BE). Entendem que a educação técnica e tecnológica é necessária e que a ausência da disciplina do currículo nacional empobrece a formação dos alunos; referiram que o governo invoca a autonomia mas que é uma "autonomia centralista", questionando os deputados da maioria para indicarem os estudos internacionais que mencionaram.
Por que nos pareceu haver alguma confusão, entre os deputados, sobre a ET do 2º ciclo e do 3º ciclo, tivemos a oportunidade de esclarecer este aspecto, bem como rebatermos a questão da muito propalada "autonomia" das escolas. O Presidente da ANAPET fez uma apelo final para que não se cometam erros educativos que afectam os nossos alunos referindo que estes erros acarretam custos elevados para a educação e para o país.
Fomos informados que a Comissão iria calendarizar no próximo dia 4 de Julho a discussão da petição no Plenário da Assembleia da República, tendo em conta o documento elaborado pela deputada relatora da petição.
Quando esta petição for levada a discussão em Plenário da AR é fundamental que os professores de Educação Tecnológica se apresentem em número significativo nas galerias destinas ao público, pelo que a ANAPET faz, desde já, uma apelo à mobilização neste sentido. Sugerimos que os professores se apresentem com uma t-shirt, ou outra peça de roupa de cor verde (a cor da nossa associação). Logo que soubermos a data concreta esta será divulgada.
Ordem do dia da comissão
Resumo da participação da ANAPET nesta Comissão
Perante a Comissão Parlamentar de Educação, Ciência e Cultura, presidida pelo deputado José Ribeiro e Castro do CDS-PP, os representantes da ANAPET expuseram as razões que justificaram a apresentação da petição, abordando duas vertentes, uma na perspectiva da disciplina e do currículo dos alunos e outra na perspectiva da escola e dos professores. Foi nomeada como relatora da petição a deputada Maria Ester Vargas do PSD. Fomos informados que pelo facto da petição ter mais de 4.000 assinaturas permitiu apresentá-la na Comissão em vez de sermos apenas ouvidos pelo(a) deputado(a) relator(a) e que depois seria levada a plenário da AR.
Expusemos as nossas razões e cada grupo parlamentar teve a possibilidade de intervir sobre o tema da petição. Por fim, tivemos, novamente, a oportunidade de esclarecer alguns pontos e fazer um apelo final. De um modo geral entendemos que fomos bem recebidos e que a nossa participação permitiu esclarecer alguns pontos, mas temos a percepção que é preciso muito trabalho para conseguirmos que o governo tenha outra prática no que se refere à nossa disciplina.
Os deputados da maioria governativa (Ester Vargas- PSD e Michael Saufert - CDS-PP) apresentaram os argumentos que já conhecemos, ou seja, que o governo pretendeu incentivar a autonomia das escolas; que a Educação Tecnológica não foi menorizada, pois não vai desaparecer, ficando as escolas com a possibilidade de a incluírem na sua oferta curricular; que os professores da área vão ser aproveitados para o reforço do ensino profissional; que as disciplinas ditas estruturantes foram reforçadas porque existem estudos internacionais que assim apontam como aconselhável e que apesar do amplo debate público a necessidade de se tomar decisões implica que nem sempre se aproveitem as sugestões apresentadas no referido debate público. Por parte dos deputados da oposição (Acácio Pinto - PS; Rita Rato - PCP e Ana Drago - BE) houve uma clara compreensão e concordância com os tópicos da nossa petição, tendo os mesmos referido que iriam acompanhar o processo, nomeadamente, chamando à apreciação parlamentar o diploma final da revisão curricular uma vez publicado em DR (PCP e BE). Entendem que a educação técnica e tecnológica é necessária e que a ausência da disciplina do currículo nacional empobrece a formação dos alunos; referiram que o governo invoca a autonomia mas que é uma "autonomia centralista", questionando os deputados da maioria para indicarem os estudos internacionais que mencionaram.
Por que nos pareceu haver alguma confusão, entre os deputados, sobre a ET do 2º ciclo e do 3º ciclo, tivemos a oportunidade de esclarecer este aspecto, bem como rebatermos a questão da muito propalada "autonomia" das escolas. O Presidente da ANAPET fez uma apelo final para que não se cometam erros educativos que afectam os nossos alunos referindo que estes erros acarretam custos elevados para a educação e para o país.
Fomos informados que a Comissão iria calendarizar no próximo dia 4 de Julho a discussão da petição no Plenário da Assembleia da República, tendo em conta o documento elaborado pela deputada relatora da petição.
Quando esta petição for levada a discussão em Plenário da AR é fundamental que os professores de Educação Tecnológica se apresentem em número significativo nas galerias destinas ao público, pelo que a ANAPET faz, desde já, uma apelo à mobilização neste sentido. Sugerimos que os professores se apresentem com uma t-shirt, ou outra peça de roupa de cor verde (a cor da nossa associação). Logo que soubermos a data concreta esta será divulgada.
Ordem do dia da comissão
Resumo da participação da ANAPET nesta Comissão
24/06/2012
Encontro Nacional de Professores
A ANAPET estará presente no Encontro Nacional de Professores que se realizará no próximo dia 30 de Junho na Feira, aceitando o convite que lhe foi endereçado pela APEVT.
Apelamos a todos os professores de Educação Tecnológica que possam estar presentes, que se inscrevam e compareçam neste encontro. As inscrições poderão ser feitas no site da associação organizadora. Este encontro está aberto a todos os professores mas requer inscrição prévia.
Apelamos a todos os professores de Educação Tecnológica que possam estar presentes, que se inscrevam e compareçam neste encontro. As inscrições poderão ser feitas no site da associação organizadora. Este encontro está aberto a todos os professores mas requer inscrição prévia.
16/06/2012
Petição entregue na Assembleia da República
Representantes da ANAPET estarão presentes no plenário da Comissão de Educação, Ciência e Cultura, no próximo dia 27 de Junho, pelas 11h00, onde irão defender a Petição nº 131/XII/1ª, que apresentámos online.
Distribuição da carga horária TIC/Oferta de Escola (ET)
A ANAPET entende que a matriz resultante da revisão curricular, através da alínea c), implica que a disciplina de TIC e Oferta de Escola, funcionem sequencialmente, no 7º e 8º anos. Ou seja não consideramos correta a leitura de que pode haver uma Oferta de Escola (OE) diferente para o 7º e outra para o 8º ano.
Consideramos, ainda, que a distribuição da carga horária deve ser feita semestralmente. A turma subdivide-se em dois turnos. Em cada semestre um turno frequenta TIC e o outro turno frequenta a OE. No segundo semestre trocam os turnos que frequentam cada uma das disciplinas. Assim cada aluno tem 90 minutos semanais de TIC ou OE.
É esta a posição que iremos defender na reunião pedida à Direção-Geral da Educação. Apelamos a que os professores de ET divulguem esta proposta e a defendam nas suas escolas.
Consideramos, ainda, que a distribuição da carga horária deve ser feita semestralmente. A turma subdivide-se em dois turnos. Em cada semestre um turno frequenta TIC e o outro turno frequenta a OE. No segundo semestre trocam os turnos que frequentam cada uma das disciplinas. Assim cada aluno tem 90 minutos semanais de TIC ou OE.
É esta a posição que iremos defender na reunião pedida à Direção-Geral da Educação. Apelamos a que os professores de ET divulguem esta proposta e a defendam nas suas escolas.
07/06/2012
Comunicado da ANAPET
Caros colegas
Tendo sido concretizada, pelo MEC, a aprovação
e publicação da nova estrutura curricular dos ensinos básico e secundário, da
qual desapareceu a Educação Tecnológica como disciplina obrigatória no 3º
ciclo, cumpre-nos continuar a manter fidelidade ao princípio fundamental de que
esta disciplina deve regressar, quanto antes, ao currículo, com os fundamentos
que são conhecidos e que têm obtido eco na sociedade civil. Temos consciência
dos múltiplos problemas que esta circunstância acarreta e vai colocar aos
alunos, aos pais, aos professores e às escolas. Por isso, manteremos uma
postura pró-activa na busca das melhores soluções. Podem contar com isso!
Comunicado (texto completo), 7 de Junho
06/06/2012
Petição sobre a obrigatoriedade da Ed. Tecnológica
No seguimento da apresentação à Assembleia da República da petição on-line, o processo tem vindo a decorrer e recebemos no passado dia 05/06/12 a seguinte informação:
Encarrega-me o Senhor Presidente da Comissão Parlamentar de Educação, Ciência e Cultura, Deputado José Ribeiro e Castro, de comunicar a V. Exa. que a petição «Pretendem que a disciplina de Educação Tecnológica faça parte do currículo nacional do 2º e 3º Ciclos como disciplina obrigatória” foi admitida por esta Comissão Parlamentar na sua reunião de 29 de maio 2012, com o nº 131/XII/1ª.Mais me encarrega o Senhor Presidente de comunicar que foi designada relatora desta Petição a Senhora Deputada Maria Ester Vargas do PSD, que elaborará o respetivo relatórioCom os melhores cumprimentos,Comissão de Educação, Ciência e CulturaAssembleia da República
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